Bondes
 
"Até a década de 50, o bonde aberto era a condução mais popular no Rio de Janeiro. O condutor era chamado motorneiro e o cobrador é que era conhecido como condutor.
"Figura quase antológica, o condutor precisava ser muito ágil e esperto, pois não havia borboleta no bonde aberto e ele não tinha lugar fixo para trabalhar: como um malabarista, agarrava-se ao balaústre com uma mão e com a outra recebia dinheiro e dava troco, enquanto controlava os passageiros que subiam e desciam.
"Durante o carnaval, era uma tradição deixar de pagar o bonde. O condutor tentava a cobrança mas, em geral, não conseguia e tudo era levado com muita verve e bom humor.
"Numa homenagem a esse alegre esquecimento carioca, Leonel Azevedo e J. Cascata compuseram sua primeira música carnavalesca  Não Pago o Bonde,1937- na época, um de seus maiores sucessos"

 
Bonde em Botafogo - 1948
O bonde pertencia à linha 6 - Centro - Voluntários da Pátria (Rio de Janeiro).

 

Bonde Pedra - 1953
A linha Pedra partia da estação de trem de Campo Grande e terminava na praça Raul Barroso, em Pedra de Guaratiba, passando pela Av. Cesário de Melo e Estrada do Monteiro, entre outras ruas

 
Bonde 1950
Bonde na praça da Sé São Paulo 1950
Bonde 1950
Bonde Madureira,andava sempre assim,todos pendurados e muitos não pagavam a passagem.
Bonde 1950
Bonde Cascadura, do lado do condutor está o Presidente Juscelino-1950
Minha condução para ir à escola,mas sem o presidente.

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Texto extraido do site: novomilenio.inf.br

Musica:A saudade mata a Gente(João de Barro,Antonio Almeida)1948