As imagens dos anos 40 e 50 proporcionaram ao público a oportunidade de conhecer vários aspectos do teatro de revista. Entre eles, o fato de que foram os portugueses que trouxeram o gênero para o teatro brasileiro. Do fim do século 19 até a década de 1920, o teatro era baseado na força do texto, com peças escritas por nomes como Artur Azevedo. A partir de então, houve mais equilíbrio entre texto e encenação, com cuidado maior com figurinos, cenários, coreografia e interpretação.
Apesar de sua trajetória bem sucedida ao longo de mais de cem anos de história, atingindo seu clímax nas produções de Walter Pinto (renovador do gênero), o Teatro de Revista Brasileiro chegou ao fim por causa da concorrência com a televisão, da censura e da falta de recursos financeiros para montar espetáculos dispendiosos.
O auge do gênero foi na década de 1940 e 50, recorte da exposição. Depois, ganharam espaço o visual arrojado e as mulheres seminuas, perdendo terreno a crítica social. Foi a época de nomes que tiveram projeção nacional, como as vedetes Elvira Pagã, Mara Rúbia, Luz del Fuego e  Virgínia Lane.
Aqui constam 20 vedetes das décadas de 40 a 60.


 

 

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Texto Extraído do site da GLOBO.